Em resposta à reportagem de capa da revista Época revistaepoca.globo.com/tempo/noticia/2012/02/como-chegamos-este-ponto.html, segue:
Anarquia dentro de qualquer unidade Policial Militar seria impossível. Primeiro, pois “anarquia” possui outro significado muito além do que o, respeitoso, jornalista tentou demonstrar, como sendo de desordem ou confusão. Anarquia, conforme “Malatesta”, significa “sem governo”, o que representa uma afronta para qualquer das Instituições Policiais Militares, seja de qual Estado for, pois estas são provenientes de um governo democrático de direito, regido pela sua constituinte, estando normatizada pela carta magna, sendo assim um órgão de elevada importância, que tem como preceito a manutenção da ordem pública, ou seja, fazer valer todas as leis e normatizações que venham a ser incrementadas pelos “três poderes”.
Foi triste também ler: “…a baderna transbordou dos quartéis”, onde baderna nos remete a “matulagem” ou quem matula, que em seu sentido próprio significa vadio. Ora, se Policiais Militares regidos em todos os estados pelos seus respectivos Regulamentos Disciplinares, oriundo das forças armadas, que rege punições para toda conduta negativa são chamados de vadios, o que dizer dos políticos municipais, estaduais ou federais e a que norma de conduta eles são regidos? Eu não conheço cadeia especial para políticos.
Digníssimo jornalista, de que adianta tamanha demonstração de inteligência, se não pondera as próprias palavras, fazendo uso de jargões populares em uma matéria de cunho substancial, apoiado em uma opinião tão unilateral quanto seu conhecimento pífio da língua portuguesa.
Entristece-me, pessoas como o Sr. gozarem de um meio, tão importante, como o de comunicação para explanar com tão baixa motivação um assunto de proporções desmedidas e de tamanha relevância para a sociedade.Não sou professor, tão pouco revisor textual. Sou Policial Militar.
Sou mais um apenas, não com espírito de grevista, pois sou contra, mas com espírito de quem não é reconhecido por quem mais necessita dessa profissão, todos nós. Sim, pois também sou cidadão e necessito ligar para 190 hora ou outra para solicitar um apoio de uma equipe de “matulas”. Matulas ou não, são centenas que já perderam suas vidas em chamados ingênuos como de briga familiar ou alarme disparado.
Sou idealista, como poucos. Sim, persigo sim um ideal quimérico. Oh, desculpe Sr. Jornalista, para lhe evitar o desgaste esplico-lhe “quimérico”: ilusório, utópico, fantasioso, que não tem fundamento. O fundamento, que me faz zelar pela sua vida ou autuar-lhe se cometer um ato de transgressão às leis, com o juramento de ceifar a minha vida em troca da sua, é pura e simplesmente pela certeza de que se eu não o fizer ou o colega do lado também desistir, todos nós teremos de arcar com o pior. O pior é o que você presenciou como no caso da Bahia. O descaso na verdade. Mas a algazarra que, obrigado esse termo você acertou, se formou não foi em pró da violência, mas sim em requerer melhores condições para as famílias daqueles que fazem pelas dos outros o FAVOR de se dedicarem em pró de NADA. Sim, favor a troco de nada mesmo. Ou você acredita que o valor da sua vida tem preço?
Aliás, podemos entrar nessa seara, quanto vale a sua vida? Será que a vida de um cidadão comum que se dispõe a proteger a sociedade e presta um concurso vale apenas R$ 3.500,00 reais? Ou menos, como no caso do Rio que o piso hoje é de R$ 1038,00 reais? Pois bem, é nesse quesito que ninguém quer tocar.
As reportagens e manchetes requerem necessidade de lucro e para ganhar é preciso açoitar. Isso se faz desde os tempos da escravidão e o mais triste é que perdura. Todo Policial Militar ou familiar chorou quando um representante da rede globo, Pedro Bial, leu em horário nobre uma nota sobre o que é ser Policial Militar, mas por quê? Porque ali muitos já haviam perdido as suas vidas e deixado suas famílias em situação fúnebre sem saberem o que iriam passar dali pra frente. Então, para aumentar o número de telespectadores e vender mais durante o seu próximo comercial, decidiram ali valorizar a profissão Policial Militar. Pena que as palavras não se revertem em benefícios. Pena que os créditos acabaram ali.
O descrédito é mais rentável, nasce do simples ato de criticar. A crítica por sua vez provém de uma interpretação distorcida, que flui conforme o meio no qual é publicada.
Por isso colega, escrevo. Além da minha profissão, também gosto de criticar. Mas antes de escrever, penso, pergunto, estudo.
Não sou e não serei um Policial Militar que estuda para aprovar uma melhoria de salário, por exemplo, pois não depende de mim apenas. Mas me igualar à tamanha ignorância e me calar, isso nunca farei.
Na Edição nº 685 da revista Época (Ed. Globo), a jornalista e colunista Ruth de Aquino, que sempre discorre sobre temas atuais na coluna Nossa Antena, última página da versão semanal, fez menção ao trabalho duvidoso da Polícia Militar do Rio de Janeiro com referência a caso do menino Juan, leiam a reportagem clicando aqui no link: “ONDE ESTÁ O MENINO JUAN”
Ao ler não pude deixar de comentar e então encaminhei o seguinte:
“Ruth, boa noite;
Vim para faculdade somente estudar para minha prova de contabilidade financeira, acabei lendo sua coluna e gostaria de comentá-la.
Sou soldado da Policial Militar do Estado de São Paulo e me entristeço demais quando leio notícias como essas relacionadas a policiais.
Como você muito bem observou, “Pobres não são necessariamente honestos nem bandidos. PMs não são necessariamente bandidos nem heróis.”, porém há uma linha tênue entre ser herói e bandido para um policial. Imagine, estava lá uma equipe de policiais em confronto com possíveis adolescentes e adultos às margens da lei, no mínimo tentando escapar de uma atitude bruta por parte da polícia, mas estavam. Eis que no entrevero um deles (policiais) percebe que infelizmente uma criança foi atingida e não tinha nada haver com o corre corre, e aí?, lhe pergunto o que você faria? É nessa hora que a decisão, muitas vezes incalculada pela velocidade dos fatos e pela falta de preparo intelectual ou psicológica daquele profissional, se antecipa a conduta correta que deveria ser tomada. Assim, ele e os demais que lhe acompanhavam irão passar por um longo processo de confronto entre Estado e Sociedade, até que aconteça outro fato de repercussão como foi o caso da Patrícia. E outros virão. Não por culpa daquele Policial Militar que estava despreparado, de certa forma, mas sim por culpa do Estado que lhe empenhou pra tal finalidade sem atribuir a ele capacidade a contento de tal necessidade. Falo por experiência própria, o Estado não trabalha com “sistemas” que podem ser corrigidos em uma linha de programação, o Estado trabalha com seres humanos, esses podem agir em função da emoção e na maioria das vezes em que isso ocorre a “Polícia Militar” como instituição é ferida. Indiferentemente de qual Estado ela é, todos os outros sentem o reflexo.
A mídia hoje explora acerca de ocorrências policiais para fins dramatúrgicos que são mais lucrativos, haja vista tamanha repercussão dos fatos, mas não me recordo do Estado como responsável ter sido cobrado. A promotoria pública, tem em seus representantes, a finalidade de acusar os réus e conseguir a condenação se comprovada a culpabilidade. Me recorde um caso em que o Governador foi afastado por uma ação desastrosa de algum policial. Óbvio, a atitude isolada não pode ser vista como responsabilidade dentro de uma gama tão grande de pessoas, então por que a continuidade de tantos fatos isolados? Quantas Patrícias ou Juans ainda teremos pela incapacidade do Estado em prover segurança pública, se não há o que se tratar em “sanções políticas”? Puna-se!. O servidor público errou?, que seja punido e responsabilizados todos em sua cadeia hierárquica. TODOS, dele até o seu provedor.”
E fiquei feliz em receber sua resposta, que me pareceu ter sido feita com sentimento maternal e não com a isenção de uma jornalista, o que é aceitável, já que de minha parte também não houve tal princípio.
“Caro Nick
Não sei o que eu faria, mas certamente eu não sumiria com o corpo de ninguém – criança ou adulto.
Se houve um erro, um acidente numa operação, não justica um outro mais grave: subtrair o corpo de um filho a uma mãe.
Não quero dizer com isso que tenho certeza de que os policiais são culpados.
Quem sabe exatamente quem fez Juan desaparecer?
Mas no mínimo a história é comprometedora e mal contada. Os PMs dizerem que “não viram” o menino cair é difícil de acreditar.
Mesmo assim, muito ainda precisa ser investigado.
Abraços cordiais e obrigada por sua mensagem, tão sincera.Ruth”
Obrigado Ruth, me tornei assinante e leitor assíduo de sua coluna!
πολιτεία
Política e Polícia
As duas palavras provêm do grego *Politeía, que significa todos os procedimentos relacionados à Pólis ou Cidades-Estados, que é como os gregos se organizavam. A palavra politéia foi derivada do latim politia e os franceses denominaram Politique (Política) e Policie (Polícia). Ambas conotam, em síntese, a Administração Pública, vindo a se dividirem e terem cada qual a sua finalidade.
Ao que se percebe, à política coube a criação e formação de regras para que pudesse prestar à administração pública parâmetros dentro de uma sociedade, enquanto para a polícia, coube a manutenção do cumprimento dessas regras. Assim, temos os dois maiores regentes de um estado: Política e Polícia.
A administração publica tem em si algumas facetas em relação à elas que dependem entre si na sociedade. Um exemplo é a hierarquia, formação por membros de mesma sociedade e que compartilham de estruturas organizacionais. Em contrapartida, têm características distintas, tais como: modo de seleção, controle interno quanto aos participantes, benefícios e honorários. Essas são apenas algumas características dentre tantas que podem ser citadas.
Enfim, Política e Policia dependem uma da outra; dependência esta que traz, àqueles que deveriam cuidar, o descuido.
A política, na atual forma de governo constituinte, revela o descaso para aqueles que um dia tiveram o mérito de se rebelar e tornar possível a independência de uma monarquia. “Viva a república!” gritou um militar, em 1889 quando o Rio de Janeiro ainda era a capital do país. Para quê? Se ele soubesse que, depois desse feito seus descendentes de farda viriam a ser comandados por pares civis sem o ensino fundamental, teria feito o brado? Vamos pensar: antes de 1889 o país era regido por uma pessoa que detinha todo poder. Proclamada a República, passamos a ter pessoas que representavam sua sociedade. Quem foram essas pessoas? Claro, aqueles que estavam próximos do monarca. Ótimo, começamos pessimamente. Tiraram um que detinha o poder e se dividiu entre os seus comparsas. Parece familiar? Talvez. Mas a realidade do governo em que vivemos é esta: o poder está concentrado em muitos, mas diante de nossas riquezas não percebemos o quanto nos tiram.
O governo constituinte, para cravar a democracia na sociedade criou, o que depois de várias repaginações, viria ser a Constituição Federal, que por sua vez, ao invés de proporcionar a vida e a liberdade que encabeça suas finalidades, a tirou. Como diria Serrano Neves “A perda de capacidade do Estado provedor é fruto do crescimento natural das estruturas que devem ser providas, ou seja, grandes demais se tornam complexas demais para estarem sujeitas a uma administração centralizada.”. Em suma a Carta Magna foi criada com a finalidade de ser contemplada com novas especificidades e permitiu isso em seu teor mas, não há a menor possibilidade de tantas conjunções serem realizadas sem que haja essa descentralização. Por isso escutamos os governantes e governados propondo e pedindo reformas e mais reformas.
Tanto quanto se protela, continuará sendo colocá-las no papel e que dirá serem aprovadas. Ao invés de se preocuparem com aqueles pelos quais se propuseram a servir, “Politikós” (políticos em grego) se empenham em manipular a máquina pública em seus interesses particulares e partidários. Assim, nos debruçamos à beira da hipocrisia de reclamar o que nos é sabido, a culpa é nossa. Já dizia Neves “Ora, se a sociedade não criar juízo e assumir o poder que lhe é dado pela Constituição não será possível reverter em prazo razoável e com proveito o quadro atual de falência geral.”. Palavras fortes não? “Falência Geral”, muitos dirão: será? Mas é o mais é este o caminho para o qual estamos sendo direcionados. A diferença entre escolher este ou aquele para governar o país nos remete a pensar se trará benefícios como a segurança. Segurança esta prestada por aqueles que devem e são utilizados para acalmar os ânimos de todos que se mostram presentes e descontentes com o que está acontecendo: simples cidadãos, vítimas como todos que, ao invés de escolherem serem políticos escolheram ser Policiais. Compactuando com as enormes diferenças, como fazer o juramento de comprometimento da própria vida, sujeitando se a regulamento disciplinar que lhe trará prisão em caso de desvio de conduta não lhe propiciando renúncia para escapar de tal feito, sem benefícios, etc. Além de tudo isso, deve ainda cumprimentos militares àqueles que sequer fizeram uma prova, talvez um texto redigido as vistas de algum “cabo” eleitoral que será seu assessor. A realidade são esses cabides de empregos que fazem do aparelho do Estado o modo de subsistência para esse monte de parasitas que manipulam e sempre estão lá: não saem, não ajudam e não permitem mudanças. Só nos resta criar juízo.
Caro eleitor;
a maior motivação para a criação deste Blog é política.
Sim, indignado com as inúmeras atrocidades que só não enxerga quem não quer, resolvi então comentar de forma pessoal os escândalos escancarados de um sistema político corrupto e falido.
Em época ELEITOREIRA, muito que se houve são as notas de uma regência orquestrada, que está entoando um governo aparentemente evolutivo e teoricamente na melhor sintonia possível. É como uma música linda que se ouve de uma orquestra desafinada, onde suas falhas passam despercebidas aos ouvidos de quem não se preocupa ou tem preguiça de comentar. É isso mesmo, me desculpe se te ofendi mas, em sua maioria o eleitorado é “preguiçoso” e “despreocupado”.
Vamos aos fatos.
Durante o governo LULA inúmeros escândalos vieram a tona, e por ironia do Presidente, era seu governo que estava combatendo a corrupção. Alguém se lembra da Operação Satiagraha da Polícia Federal, coordenada pelo Delegado Protógenes, hoje candidato a Dep. Federal?
Ele foi designado pelo diretor geral da PF que responde diretamente ao ministro da justiça (Tarso Genro) e por sua vez ao próprio presidente da república e o que era pra findar em mais uma propaganda eleitoral do PT resultou em um emaranhado de informações que geraram inclusive investigações à própria Dilma Rousseff, até então Ministra da Casa Civil, hoje candidata pelo PT à presidência. Quando o governo (leia cúpula) percebeu que a operação fugiu ao controle, imediatamente afastaram o Delegado Protógenes, que de investigador passou a investigado tamanha a gravidade das informações concebidas durante a operação.
Vejam que esse foi o escândalo que mais fragilizou o governo, mas todos já se esqueceram. Somente a revista veja publicou 37 capas referente a denúncias de corrupção durante o governo PT.
Capas da Veja
Nos últimos capítulos dessa novela, vimos a fragilidade da Receita Federal ou a força de quem está por trás dela. Em 2009 a então secretária-geral Lina Vieira nomeada Secretária da Receita Federal, pelo então secretário executivo do ministério da fazenda Nelson Machado, foi estranhamente demitida a princípio por uma queda na arrecadação durante sua atuação, porém o motivo era meramente político. O Ministro da Fazenda Guido Mantega se sentiu “desconfortável” quando soube que a Petrobras fora multada por executar manobra contábil a fim de coibir impostos, Mantega faria parte do Conselho de Administração da Petrobrás e determinou a demissão da secretária que havia lhe causado incômodo, além de tudo a secretária solicitou uma investigação a família Sarney. Um detalhe desse capítulo foi o encontro de Lina Vieira com Dilma Rousseff, então Ministra da Casa Civil que não foi público e muito menos em horário de expediente, acarretando até mesmo no pedido de demissão de seu motorista. Ora, o que houve nesse encontro as escuras que pode trazer tantas consequências? Até hoje só especulações, petistas acusam Lina de ser demo-tucana e tucanos afirmam que não passa de uma atribuição para repelir os motivos à oposição. Bom vamos tentar entender: Dilma, Mantega e Lula são Petistas, Sarney PMDB então por que governo defenderia oposição? Que a demissão foi causada pela multa na petrobrás que mais a frente gerou a CPI da Petrobrás que não passou de mais uma saborosa pizza “à moda política brasileira”
isso é fato, mas o porquê a, então Ministra da Casa Civil, Dilma Roussef pediria cerelidade nas investigações da família Sarney?
Ok. Deixamos a dúvida no ar e vamos ao cenário atual. Após os escândalos já sufocados de vazamento de dados sigilosos da Receita Federal por pessoas que já se delataram como culpados e que não faziam por cunho político mas sim por financeiro, observo tamanha hipocrisia já que um analista da receita federal que
tem acesso aos dados tem um salário nada mediano no Brasil, por que arriscaria seu cargo público por acessos a preço de R$100,00 cada? Enfim, a Casa Civil novamente é alvo de desordem pública. Novamente com o antigo cargo ocupado pela candidata a presidência pelo PT que, curiosamente foi erdado pelo seu braço direito que atuava como secretária executiva do ministério e assumiu quando iniciou-se as candidaturas às eleições de 2010. O nome dela é Erenice Guerra.
E que Guerra! O planalto novamente se sacode, o atual presidente novamente se expõe, se defende e a sua candidata à presidência contra ataca: “Eu não estou envolvida nesse caso. Como eu estou envolvida nesse caso? Onde está a prova de que eu esteja envolvida nesse caso? Tem de provar que você fez. E não você provar que não fez. Aliás, eu tomei conhecimento dele pelos jornais. Eu não estou envolvida nesse caso. Onde estão as provas?”. Joana sem braço?
Então tá candidata como funcionário público devo lembrá-la que a OMISSÃO, motivo pelo qual a sua “amiga” se afastou do cargo também é motivo em um processo envolvendo agente da administração pública se o fato imputa em crime, no caso “Tráfico de Influência” e pode sim gerar a EXONERAÇÃO. Não me venha com a história de que isso tem motivação partidária pois a FOLHA DE SÃO PAULO ou a Veja não são PMDBista, PSDBista ou PSOLista, são apenas meios informativos que nos mostra com argumentos plausíveis e devidamente embasados a realidade da atual política Brasileira.
E vou além, TUDO isso que foi publicado não aconteceu num café da manhã após uma troca de idéias entre os envolvidos, a imprensa delatou os MILHÕES que foram negociados em toda essa tramóia. Isso tudo começou muito antes da candidatura petista nas eleições de 2010. Conforme a Folha-SP em Julho de 2009, quando a Ex.ma candidata ainda era chefe da Casa Civil, a empresa que protagonizaria esse estardalhaço, foi criada. Em novembro de 2009 um encontro na Casa Civil aconteceu entre os representantes da EDRB, Erenice Guerra e seu filho Vinícius. Em 15 de dezembro o contrato está pronto, a recusa da EDRB é simples: uma exigência de uma fatia de apenas 5 milhões do empréstimo que viria do BNDES cuja destinação seria para a candidatura de Dilma em 2010. Fácil preparar o caixa da campanha dessa forma não?
Talvez realmente a nossa candidata a presidência não sabia de nada e tudo não passava de um presente que seria dado pelos seus “enteados” acolhidos na Casa Civil. Tantas vagas em aberto e tão difícil conseguir pessoas qualificadas.
O mais difícil é acreditar que tudo isso não vai passar de balburdia da mídia sem que sejam tomadas as medidas cabíveis a todos os envolvidos. Fácil acarretar a culpa nas costas de apenas uma para safar o resto da prole. Difícil é se explicar, pedir provas é irrefutavelmente mais propício. Quem vai provar contra? Eu? …
Gostaria de agradecer a todos que votaram no nome do meu Blog.
Felizmente ou infelizmente o nome ficou Lazur, a disputa acirrada entre ambos ( Nick / Lazur) terminou com um voto de desempate.
Pra quem não me conhece meu nome é esse mesmo: Nick Lazur.
Me perguntaram: Será um blog do quê?
Respondi: Não sei, vai ser um blog “bombril”, fazendo referência ao jargão de 1001 utilidades da palha de aço mais divulgada na mídia.
Mídia, boa pra começar meu Blog. Apesar do interesse aqui ser explanar a POLÍTICA BRASILEIRA, já que estamos em época ELEITOREIRA, vou me permitir abrir com uma ótima notícia a todos: Após o sucesso, irrevogável diga-se de passagem, do filme NOSSO LAR está anunciado a estréia de TROPA DE ELITE II – “O inimigo agora é outro” para 08/09/2010.
Do diretor José Padilha, o filme passará 10 anos a frente da 1ª edição trazendo o então Capitão Nascimento como Comandante do BOPE e posteriormente Subsecretário de inteligência que eleva as atividades do batalhão de operações especiais (BOPE) carioca trazendo prejuízo ao tráfico e ao mesmo tempo causando reflexo na corrupção desmascarada que se estende desde o governo até a própria polícia. O filme traz um cunho político em seu roteiro, porém conforme declaração do próprio Padilha, somente haverá reflexo a longo prazo como já ocorreram com outros nomes famosos da cultura brasileira entre eles: Walter Salles, Fernando Meirelles e Luiz Eduardo Soares. No elenco principal permanece Wagner Moura protagonizando ao lado de André Ramiro com participação de Seu Jorge e Dudu Nobre.Você pode conferir a entrevista publicada por Silvana Arantes da FOLHA de SP em:
Você também pode assistir ao trailer em:



